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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Grampos

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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Embaixador Bezerra da Silva

Ilustração feita para a página do Facebook Embaixador Bezerra da Silva
José Bezerra da Silva (Recife, 23 de fevereiro de 1927 – Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2005) foi um cantor, compositor, violonista, percussionista e intérprete brasileiro dos gêneros musical coco e samba, em especial de partido-alto. 
No princípio, dedicava-se a gêneros nordestinos, principalmente o coco até se transformar em um dos principais expoentes do samba nos anos seguintes.
Através do samba, cantou sobre os problemas sociais encontrados dentro das comunidades, se apresentando no limite da marginalidade e da indústria musical. 
Estudou violão clássico por oito anos e passou outros oito anos tocando na orquestra da Rede Globo, sendo um dos poucos partideiros que lia partituras.
Gravou seu primeiro compacto em 1969 e o primeiro disco em 1975, de um total de 28 álbuns lançados em toda a carreira que, somados, venderam mais de três milhões de cópias
Ganhou 11 discos de ouro, três de platina e um de platina duplo. 
Apesar de ter sido um dos artistas mais populares do Brasil, foi um artista bastante ignorado pelo mainstream.

Leia o artigo Bezerra da Silva, singular e plural, escrito por Cláudia Neiva de Matos. 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

"Blatteroom"

Joseph Blatter

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O porto que não saiu [Ainda bem!]

Na metade do século XX “Torres” almejava ser uma cidade próspera com intuito de crescimento comercial, tinha ligação através da navegação lacustre pela Lagoa da Itapeva até Osório. A sociedade torrense estava passando por um clima de tornar-se uma cidade portuária, com estrada de ferro, e isso estava atraindo pessoas para a região das Torres. A partir desse momento os torrenses passaram a absorver a ideia de um porto, porém quatro tentativas fracassaram.
Na primeira tentativa o Brasil ainda era um Império. Um dos problemas de comunicação entre o vasto Império eram as suas vias de transporte. Aproveitando os recursos lacustres da região, que formavam um grande canal interligado naturalmente, cogitou-se a possibilidade de ligar essa via a um projeto maior, ou seja, um Porto Marítimo em Torres. O escoamento de produtos na Província de Rio Grande de São Pedro era muito precário. A entrada da Lagoa dos Patos era um acesso muito perigoso, tinham muitos bancos de areia e precisava de muito investimento para fazer um porto. De acordo com Ruschel (apud ELY, 2004) em 1857, o governador da Província tinha duas alternativa, ou fazer uma barra em Rio Grande (RS) ou a construção de um porto em São Domingos das Torres. Os engenheiros ingleses eram a favor, a ponto de orçarem o projeto em três mil e quinhentos contos de reis em 1861. Porém, por influências políticas muito poderosas, o porto passou a ser em Rio Grande (RS). Foi feito um relatório em 1875 para Londres pelos engenheiros, onde constava que um porto em “Torres” era mais viável economicamente, e em Rio Grande (RS) era mais difícil e mais dispendioso e obras mais inseguras. Mesmo assim persistiu a decisão anterior.
Uma segunda tentativa foi durante o governo provisório do marechal Deodoro da Fonseca que agonizava. Um dos motivos dessa crise foi a denúncia de que o então Presidente da República havia se envolvido em corrupção com o engenheiro da construção do porto de Torres, pois superfaturou a obra. Devido à sua renúncia e à Revolução Federalista em 1893, a obra foi abandonada. Se fosse concluída, Torres seria hoje uma cidade bem melhor economicamente, mas por outro lado, estaria desfigurada, pois entre a Guarita e o Morro do Farol teria um grande cais. E também os torrenses seriam “deodorenses”, pois a vila se chamaria “Deodorópolis”, em homenagem a Deodoro. Anos depois, o seu vice-presidente Marechal Floriano Peixoto, assumiu a presidência e mudou o nome de Nossa Senhora do Desterro para Florianópolis (SC) como imposição aos catarinenses.
A imagem abaixo é, até o momento, considerada a primeira fotografia de Torres. Pode-se confirmar a obra inacabada do primeiro presidente da República do Brasil.  
Molhes da Guarita, 1892 – Fonte: Acervo João Barcelos, 2007.

Na terceira tentativa, no ano de 1905, uma missão de capitalistas estadunidenses, que segundo Ruschel (1987, apud ELY, 2004, p.144), era Mr. W. T. Van Brunt, Mr. Schrred e Mr. Everit, além de uma missão política gaúcha vieram a Torres para sondar a possibilidade de reiniciar as obras do porto, iniciadas e interrompidas uma década atrás. Novamente o projeto não foi viabilizado, pois os investidores preferiram Santa Catarina por ter carvão abundante.
E a última esperança foi quando Getúlio Vargas assumiu o governo do Estado do Rio Grande do Sul. Em janeiro de 1928, Getúlio decidiu em sua visita a São Domingos das Torres, que deveria retomar a ideia do porto de Torres. Quase um ano depois, uma equipe técnica vem fazer novos levantamentos para tal possibilidade, mas por questões econômicas e políticas que pairavam contra o Estado, impossibilitou a retomada do porto. Quando Getúlio toma o poder federal, ascende nova esperança, mas novamente não foi possível fazer de Torres uma cidade portuária.
Sob as lentes de Torres – Jaime Batista

quarta-feira, 26 de junho de 2013

"O único que tá botando a boca no trombone é o Romário!" Anônimo

 "NA FALA DO POVO @ Consciências à flor da pele. Apenas um exemplo entre milhões. Compartilho por me identificar com o que ele diz." Juarez Fonseca (Copiado do Facebook) 
URL do vídeo: youtu.be/OBkqZNTqI9o 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer (1907-2012)

"Projetar Brasília para os políticos que vocês colocaram lá, foi como criar um lindo vaso de flores pra vocês usarem como penico." Oscar Niemeyer

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Do tempo do "fim" da Censura

Ilustração para o extinto Coojornal

terça-feira, 8 de maio de 2012

Mensagem pra lá de filosófica

"Gentileza gera gentileza" é uma frase de autoria atribuída a José Datrino (1917-1996), vulgo Profeta Gentileza, que tornou-se conhecido por grafitar um viaduto do Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba. 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

"Malandro" por Bezerra da Silva

"Malandro é a pessoa inteligente. A palavra 'malandro' quer dizer inteligência. Quando o camarada é rico, poderoso, ninguém vai dizer que ele é muito malandro. Vai dizer: Olha, o cidadão aí é o suprassumo da inteligência, é um grande homem, assim como tem os grandes vultos. E, quando é pobre, não pode ser inteligente, então, vira 'malandro', mas no sentido em que quer dizer que ele vive à margem da lei, que não sei mais o quê, entendeu?
Isso tudo são coisas de elite. Para deturpar, entendeu? Porque isso aqui mesmo (apontando para a Favela) não tem malandro, ninguém aqui tem poder, ninguém tem imunidade. Agora, aqui não, se o sujeito roubar uma galinha, entra em cana! Malandro é malandro e mané é mané..." Fala de Bezerra da Silva, transcrita do DVD Tributo a Bezerra da Silva, show realizado em 2008, no Rio de Janeiro.
José Bezerra da Silva (Recife, 23 de fevereiro de 1927 – Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2005) foi cantor, compositor, violonista, percussionista e intérprete dos gêneros musical coco e partido alto, subgêneros do samba. Considerado embaixador dos morros e favelas, cantou sobre os problemas sociais encontrados dentro das comunidades, apresentando-se no limite da marginalidade e da indústria musical, também foi considerado um dos principais expoentes do samba do estilo partido alto. (...) Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Eleições – Exercício de imaginação colorizada


Charge de 2009, agora colorizada. E, de longa validade...

terça-feira, 13 de abril de 2010

A$a$ da liberdade

Nada como ter dinheiro, mesmo que ele não seja seu... Pode até voar livre como um pá$$aro!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Rouba escola de criança e agora é candidato!

Deputada Estadual Cidinha Campos "bota a boca no trombone" contra os ladrões da ALERJ, em 24/03/2010. Cidinha fala sobre a corrupção na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Vale pela forma direta como a deputada discursa sobre a podridão de seus omissos ​​– e risonhos ​​– colegas.

​​– Acabou a discussão do leite? ​​– pergunta a deputada.

​​– Ainda não ​​– responde o presidente da Assembleia.

​​– Que mais tem?

​​– Não. Vossa Excelência... vai discutir... ?

​​– Não, não! Eu quero falar dos que mamam... (risos)

​​– Aí já não tá na ordem do dia aqui.

​​– Porque já tava falando do leite, eu gosto de falar de quem mama, não das crianças que têm direito, mas dos marmanjos, safados, sem-vergonhas, cafajestes, que infestam a política nacional e infestam esta casa! 
​​– prossegue a deputada.

​​– Eu subi pela escada feito uma doida, para falar no primeiro horário depois que ouvi o depoimento do deputado Nader se lançando candidato ao Tribunal de Contas do Estado. O que é isso?! Eu vejo, aqui nesta casa, o cinismo dos ladrões, que ontem desta tribuna, um deputado falar em moral, bons costumes, quando o pai dele tá preso, o tio tá preso e ele é "laranja" dos dois! Roubando o quê? Vacina e remédio de criança. Como é que é isso? É um feudo o Tribunal de Contas? Ou é um pasto?... (pausa)

​​– O pai é ladrão, denunciado na CPI e enquadrado por corrupção. O filho está no mesmo inquérito aberto pela Polícia Federal na Operação Pasárgada, enquadrado em... agora não estou falando no pai! Que já saiu na compulsória, estou falando do filho que quer entrar no "rabo" do pai!..., corrupção, formação de quadrilha, artigo 288, corrupção passiva, artigo 317, advocacia administrativa, artigo 321 do Código Penal. Ele não sabe que para ser conselheiro do Tribunal de Contas tem que ter notório saber e reputação ilibada? (...)

​​– Nesta casa está na mesa um pedido de cassação contra ele (...) que nunca foi analisado. E ele vem com cinismo aqui e se lança candidato, se lança do vão da Ponte Rio-Niterói. (...) Na cara da gente, como se ninguém soubesse, ninguém ouvisse, não houvesse uma CPI nesta casa, não houvesse uma denúncia de primeira página da revista Isto É e da revista Veja.

​​– Trouxemos a mulher dele para depor, ele depois. E o que que ele disse na CPI? Que não tinha nada a ver com INEP. E daí vem o dono do INEP, que era instrumento de corrupção deles, e diz "não, eu pago passagens pra família todo ano para ir aos Estados Unidos". É esse o cara que vai para o TCE? Eu acho que o TCE de hoje merece, porque sai um canalha e entra outro, não vão notar se quer a diferença a não ser da aparência física, mas esse é muito pior do que o pai. (...)

​​– A corrupção neste país está no DNA. Não está mais aqui, na Justiça, no Ministério Público... está no DNA das pessoas. Elas riem, elas brincam, eu vejo todo mundo gargalhando neste plenário... Quanto mais ladrão, mais querido, mais simpático! Eu vou dizer para o senhor, o outro candidato é tão bandido quanto ele, mas não se lançou, já está pedindo voto aqui. Quando se lançar, eu venho dar a sua ficha, mas essa, com mais detalhes, porque eu tenho até mapa de sua atuação.

​​– Eu estou indignada, senhor presidente! Esta casa não pode aceitar a inscrição desse homem, porque o requisito fundamental é reputação ilibada. O outro candidato fraudou o Bolsa-Família e... todo mundo ficou quieto aqui, ninguém se dipôs a levantar a podridão do seu comportamento... roubando escola de criança e agora é candidato, e já tá cabalando voto. E já chega o outro que é envolvido com ele, poque existe uma quadrilha dentro desta casa. Uma quadrilha! Funcionários de um gabinete passam para outro, como requisitado, sem nunca ter servido em qualquer município. No gabinete dele tinha 49 do município de Mendes, 20 do município de Varre-Sai. E são esses que vão fiscalizar as contas do Estado? É na mão dessa gente que fica a conta do governo do Estado, de 91 municípios, do PAC.

​​– Vão parar com essa palhaçada, isso aqui não é uma casa de santos, mas também não pode se transformar numa casa de canalhas consagrados, canalhas corruptos, vagabuuundos!! Que todo mundo sabe que são, mas merecem um voto da outra canalhada toda. Eu vou dar os nomes dos deputados associados a essa camarilha. E acho que vão sobrar poucos. Obrigado.


URL do vídeo: youtu.be/2BPyHK7wGYo