Mostrando postagens com marcador Esporte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Esporte. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de junho de 2014

quarta-feira, 11 de junho de 2014

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Rascunho também é legal #7

Rascunho do cartum "Futebol ou hipnotismobol?" – feito em junho/2012

quarta-feira, 26 de junho de 2013

"O único que tá botando a boca no trombone é o Romário!" Anônimo

 "NA FALA DO POVO @ Consciências à flor da pele. Apenas um exemplo entre milhões. Compartilho por me identificar com o que ele diz." Juarez Fonseca (Copiado do Facebook) 
URL do vídeo: youtu.be/OBkqZNTqI9o 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

terça-feira, 30 de abril de 2013

quarta-feira, 6 de março de 2013

Onde fica o Bar "Trem das 11"?

Na esquina das ruas Encantadora e Gloriosa.  

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Desventuras nas redes sociais

[...] A marca japonesa de carros Nissan (aliada da Renault) protagonizou, no final de 2010, uma das ações em mídias sociais mais desastrosas dos últimos tempos, segundo Cleyton Torres (2010), jornalista e blogueiro pós-graduado em “Gestão da Comunicação e Marketing” e colaborador do website colaborativo especializado em marketing digital “Ponto Marketing”. A equipe responsável pela ação da marca nas redes sociais demonstrou clara falta de conhecimento sobre o assunto e o ambiente em que estavam trabalhando. A ideia era simples, porém absurda; um carro Nissan seria entregue ao usuário que postasse uma frase que fosse reproduzida (replicada, retwittada, “curtida”) 44.500 vezes. A promoção aconteceu no Twitter e no Facebook com um resultado terrível para a marca que não era difícil de prever. O primeiro ponto crucial para o fracasso da ideia é de que a média do número de “amigos” nas redes sociais no Brasil é de cerca de 270. Um simples cálculo revela que, para vencer a promoção, um usuário médio teria que conseguir que sua frase fosse replicada mais de 160 vezes por cada amigo (Torres, 2010). A Nissan estava simplesmente incentivando os usuários das redes sociais envolvidas a produzirem uma quantidade imensa de spam, um dos piores males da Internet. Outro problema foi a utilização de meios artificiais (através de fishing) por alguns usuários para conseguir seguidores e tweets. Por causa disso, a marca anunciou que, enquanto analisava o resultado suspeito, a campanha continuaria em andamento, o que irritou ainda mais os consumidores, já que a marca ainda admitia a possibilidade de um perfil fraudulento ganhar a promoção.

O resultado final foi que a marca Nissan conseguiu sim ser mencionada diversas vezes nessas redes, porém na maioria das vezes ao lado de críticas pesadas dos usuários que se frustraram diante de promoção mal realizada e da quantidade de mensagens que apareceram em suas páginas de amigos tentando participar da brincadeira. O episódio ficou conhecimento como NissanFail, um termo que associa o nome da marca à palavra “fail” (Torres, 2010). Talvez o investimento nessa ação tenha sido relativamente pouco em termos financeiros, mas o prejuízo causado à imagem da marca foi incalculável e serve como exemplo de como as redes sociais podem oferecer riscos àquelas que não planejam bem suas ações. A criação do perfil “NissanFail” no Twitter mostra que, quando o consumidor se sente lesado, ele não mede esforços para divulgar os erros que as marcas cometem.
A italiana Fiat já realizou diversas ações em redes sociais com resultados variados. A marca teve uma experiência negativa em 2010 quando utilizou a rede social Formspring (baseada em perguntas e respostas entre os usuários) para a divulgação do Novo Uno. A Fiat criou um perfil para responder as perguntas dos consumidores, uma excelente ideia. O problema foi quando após uma semana de relativo sucesso, o responsável pelo perfil oficial da marca respondeu algumas perguntas de forma não muito correta sob o ponto de vista ético. Uma das perguntas tratava sobre o motivo da não existência da cor rosa como opção de pintura do carro 34 em questão. A resposta fazia graça da recorrente piada sobre a sexualidade dos torcedores do clube de futebol São Paulo:
Com essa resposta (engraçada para alguns), a marca estava simplesmente debochando de milhões de potenciais consumidores. [...]
Extraído da monografia Lovemarks do Mercado Automotivo nas Redes Sociais, de Mateus Bouza Fortunato (2011). 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

sábado, 12 de maio de 2012

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Lupi

Lupicínio Rodrigues (1914-1974), compositor e cantor gaúcho, autor de sambas famosos: Felicidade, Nervos de Aço, Cadeira Vazia, Se Acaso Você Chegasse, Nunca, Loucura, Vingança, etc, além do hino do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. 

terça-feira, 20 de março de 2012

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Ronaldinho Gaúcho condenado pela torcida gremista

Para entender, acesse qualquer um dos seguintes links [escolhidos aleatoriamente]: IG Esportes, Clic Esportes e Zero Hora

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Olimpíadas: logomarca Rio 2016, versão "Bala"

Terezinha Morango

Quando um papo sobre futebol se estica muito, lá pelas tantas rolam histórias do passado e, de repente, alguém lembra de um torcedor símbolo. Uma das personagens mais lembradas é Terezinha Morango. 

Terezinha Oliveira Baraldo não tinha paradeiro. Aos 16 anos, ficava zanzando pela Praça da Alfândega, em volta da Confeitaria Matheus. Para casa, não podia ir porque a mãe a acorrentava. O pai, pianista da boate Tropical, nem queria saber da menina. Um dia, um tal de Virgílio jogou um xaveco: "Quer ganhar Cr$ 300 no mole?"

O bar Novidades ficava no comecinho da Andrade Neves. De cara, Terezinha notou os desenhos de sem-vergonhice nas paredes. No camarim improvisado, estavam outras duas moças, Tânia e Vera, que ela conhecia da praça. Chegou o Virgílio: "Agora vocês vão, uma de cada vez, dançar tirando a roupa, na frente do balcão. Primeiro, tu!".

Ela foi. Começou a tocar "Boneca de Carne" e um foco de luz iluminou Terezinha. Uns 50 homens no escuro olhando para ela. Começou uma dança lenta, fazendo poses, despindo peça por peça, apesar do frio úmido. E foi gostando. Não se perturbou nem quando o tal Vírgílio acertou uma bofetada numa das garçonetes, sabe-se lá por quê. Terezinha cumpriu o ritual até o final. Quando a música terminou, ela estava nua, sob aplausos do público, mas só conseguia tossir, resquícios de uma tuberculose recém-curada.

Logo depois, um rapaz falante começou a puxar assunto. Ela se agradou do moço e foi falando de si. Que tinha 16 anos, que andou doente, que a mãe a considerava doidivanas, que o pai era isso e aquilo. Ainda por cima, se deixou fotografar fazendo beicinho. No dia seguinte, não houve espetáculo. Mesmo com a polícia fazendo corpo mole, dois oficiais de Justiça fecharam a casa. A Última Hora saía com uma matéria denunciando o bar Novidades por exploração de menores e acusando os policiais de conivência. No canto da página, uma foto de Terezinha e um texto com alguns adjetivos: menor de idade, tuberculosa e débil mental.

Em vez de Tereza Oliveira Baraldo, está escrito o nome que ela inventou para o rapaz, mistura de miss com presidente:

Terezinha Morango Kubitschek Oliveira.

"Pôrto Alegre, Agôsto 61" (2001)