terça-feira, 24 de junho de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
quarta-feira, 26 de junho de 2013
"O único que tá botando a boca no trombone é o Romário!" Anônimo
quarta-feira, 19 de junho de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Desventuras nas redes sociais
[...] A marca japonesa de carros Nissan
(aliada da Renault) protagonizou, no final de 2010, uma das ações em
mídias sociais mais desastrosas dos últimos tempos, segundo Cleyton Torres
(2010), jornalista e blogueiro pós-graduado em “Gestão da Comunicação e
Marketing” e colaborador do website colaborativo especializado em
marketing digital “Ponto Marketing”. A equipe responsável pela ação da
marca nas redes sociais demonstrou clara falta de conhecimento sobre o assunto
e o ambiente em que estavam trabalhando. A ideia era simples, porém absurda; um
carro Nissan seria entregue ao usuário que postasse uma frase que fosse
reproduzida (replicada, retwittada, “curtida”) 44.500 vezes. A
promoção aconteceu no Twitter e no Facebook com um resultado
terrível para a marca que não era difícil de prever. O primeiro ponto crucial
para o fracasso da ideia é de que a média do número de “amigos” nas redes
sociais no Brasil é de cerca de 270. Um simples cálculo revela que, para vencer
a promoção, um usuário médio teria que conseguir que sua frase fosse replicada
mais de 160 vezes por cada amigo (Torres, 2010). A Nissan estava
simplesmente incentivando os usuários das redes sociais envolvidas a produzirem
uma quantidade imensa de spam, um dos piores males da Internet.
Outro problema foi a utilização de meios artificiais (através de fishing) por
alguns usuários para conseguir seguidores e tweets. Por causa disso, a
marca anunciou que, enquanto analisava o resultado suspeito, a campanha
continuaria em andamento, o que irritou ainda mais os consumidores, já que a
marca ainda admitia a possibilidade de um perfil fraudulento ganhar a promoção.
Marcadores: Comportamento, Comunicação, Esporte, Futebol, Internet, Tecnologia
sábado, 10 de novembro de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Rio+20 – Jogo do Velho
Marcadores: Capitalismo, Cartum, Dinheiro, Ecologia e Meio ambiente, Esporte, Jogo, Religião
sábado, 12 de maio de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Lupi
terça-feira, 20 de março de 2012
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Ronaldinho Gaúcho condenado pela torcida gremista
Marcadores: Caricatura, Cartum, Esporte, Futebol, Prisão, Velhacaria
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Terezinha Morango
Terezinha Oliveira Baraldo não tinha paradeiro. Aos 16 anos, ficava zanzando pela Praça da Alfândega, em volta da Confeitaria Matheus. Para casa, não podia ir porque a mãe a acorrentava. O pai, pianista da boate Tropical, nem queria saber da menina. Um dia, um tal de Virgílio jogou um xaveco: "Quer ganhar Cr$ 300 no mole?"
O bar Novidades ficava no comecinho da Andrade Neves. De cara, Terezinha notou os desenhos de sem-vergonhice nas paredes. No camarim improvisado, estavam outras duas moças, Tânia e Vera, que ela conhecia da praça. Chegou o Virgílio: "Agora vocês vão, uma de cada vez, dançar tirando a roupa, na frente do balcão. Primeiro, tu!".
Ela foi. Começou a tocar "Boneca de Carne" e um foco de luz iluminou Terezinha. Uns 50 homens no escuro olhando para ela. Começou uma dança lenta, fazendo poses, despindo peça por peça, apesar do frio úmido. E foi gostando. Não se perturbou nem quando o tal Vírgílio acertou uma bofetada numa das garçonetes, sabe-se lá por quê. Terezinha cumpriu o ritual até o final. Quando a música terminou, ela estava nua, sob aplausos do público, mas só conseguia tossir, resquícios de uma tuberculose recém-curada.
Logo depois, um rapaz falante começou a puxar assunto. Ela se agradou do moço e foi falando de si. Que tinha 16 anos, que andou doente, que a mãe a considerava doidivanas, que o pai era isso e aquilo. Ainda por cima, se deixou fotografar fazendo beicinho. No dia seguinte, não houve espetáculo. Mesmo com a polícia fazendo corpo mole, dois oficiais de Justiça fecharam a casa. A Última Hora saía com uma matéria denunciando o bar Novidades por exploração de menores e acusando os policiais de conivência. No canto da página, uma foto de Terezinha e um texto com alguns adjetivos: menor de idade, tuberculosa e débil mental.
Em vez de Tereza Oliveira Baraldo, está escrito o nome que ela inventou para o rapaz, mistura de miss com presidente:
Terezinha Morango Kubitschek Oliveira.
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