Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

sexta-feira, 4 de abril de 2014

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

domingo, 25 de agosto de 2013

Amor virtual

Uma piadinha tirada do baú, mas não lá do fundo: 2008.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Rascunho também é legal #4

Rascunho do cartum "Língua de sogra internauta" – a modernização da língua de trapo – publicado, em fevereiro/2012, aqui, no BrazilCartoon e ToonPool.

terça-feira, 25 de junho de 2013

O protesto dos cheiradores de cola

Nessa onda de manifestações contra a "atual conjuntura", não poderia faltar o protesto deles! 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Foi um teclado que...

...passou em minha vida. Igual a este Mtek, e foi o primeiro.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Desventuras nas redes sociais

[...] A marca japonesa de carros Nissan (aliada da Renault) protagonizou, no final de 2010, uma das ações em mídias sociais mais desastrosas dos últimos tempos, segundo Cleyton Torres (2010), jornalista e blogueiro pós-graduado em “Gestão da Comunicação e Marketing” e colaborador do website colaborativo especializado em marketing digital “Ponto Marketing”. A equipe responsável pela ação da marca nas redes sociais demonstrou clara falta de conhecimento sobre o assunto e o ambiente em que estavam trabalhando. A ideia era simples, porém absurda; um carro Nissan seria entregue ao usuário que postasse uma frase que fosse reproduzida (replicada, retwittada, “curtida”) 44.500 vezes. A promoção aconteceu no Twitter e no Facebook com um resultado terrível para a marca que não era difícil de prever. O primeiro ponto crucial para o fracasso da ideia é de que a média do número de “amigos” nas redes sociais no Brasil é de cerca de 270. Um simples cálculo revela que, para vencer a promoção, um usuário médio teria que conseguir que sua frase fosse replicada mais de 160 vezes por cada amigo (Torres, 2010). A Nissan estava simplesmente incentivando os usuários das redes sociais envolvidas a produzirem uma quantidade imensa de spam, um dos piores males da Internet. Outro problema foi a utilização de meios artificiais (através de fishing) por alguns usuários para conseguir seguidores e tweets. Por causa disso, a marca anunciou que, enquanto analisava o resultado suspeito, a campanha continuaria em andamento, o que irritou ainda mais os consumidores, já que a marca ainda admitia a possibilidade de um perfil fraudulento ganhar a promoção.

O resultado final foi que a marca Nissan conseguiu sim ser mencionada diversas vezes nessas redes, porém na maioria das vezes ao lado de críticas pesadas dos usuários que se frustraram diante de promoção mal realizada e da quantidade de mensagens que apareceram em suas páginas de amigos tentando participar da brincadeira. O episódio ficou conhecimento como NissanFail, um termo que associa o nome da marca à palavra “fail” (Torres, 2010). Talvez o investimento nessa ação tenha sido relativamente pouco em termos financeiros, mas o prejuízo causado à imagem da marca foi incalculável e serve como exemplo de como as redes sociais podem oferecer riscos àquelas que não planejam bem suas ações. A criação do perfil “NissanFail” no Twitter mostra que, quando o consumidor se sente lesado, ele não mede esforços para divulgar os erros que as marcas cometem.
A italiana Fiat já realizou diversas ações em redes sociais com resultados variados. A marca teve uma experiência negativa em 2010 quando utilizou a rede social Formspring (baseada em perguntas e respostas entre os usuários) para a divulgação do Novo Uno. A Fiat criou um perfil para responder as perguntas dos consumidores, uma excelente ideia. O problema foi quando após uma semana de relativo sucesso, o responsável pelo perfil oficial da marca respondeu algumas perguntas de forma não muito correta sob o ponto de vista ético. Uma das perguntas tratava sobre o motivo da não existência da cor rosa como opção de pintura do carro 34 em questão. A resposta fazia graça da recorrente piada sobre a sexualidade dos torcedores do clube de futebol São Paulo:
Com essa resposta (engraçada para alguns), a marca estava simplesmente debochando de milhões de potenciais consumidores. [...]
Extraído da monografia Lovemarks do Mercado Automotivo nas Redes Sociais, de Mateus Bouza Fortunato (2011). 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013