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quinta-feira, 31 de julho de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Arma, pra que te quero?
Marcadores: Armas, Cotidiano, Drogas, Fotografia, Grafite, Porto Alegre, Violência
quarta-feira, 26 de junho de 2013
"O único que tá botando a boca no trombone é o Romário!" Anônimo
"NA FALA DO POVO @ Consciências à flor da pele. Apenas um exemplo entre milhões. Compartilho por me identificar com o que ele diz." Juarez Fonseca (Copiado do Facebook)
URL do vídeo: youtu.be/OBkqZNTqI9o
terça-feira, 25 de junho de 2013
O protesto dos cheiradores de cola
Marcadores: Comportamento, Criança, Curiosidades, Drogas, Fotografia, Internet, Pérola, Protesto, Tecnologia
segunda-feira, 24 de junho de 2013
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Top Humor 2012 – Brazil Cartoon International #2-3
Marcadores: Anjos, Capeta, Capitalismo, Cartum, Charge, Código de barra, Drogas, Humor, Internet, Música
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Fauna, flora...
Marcadores: Bichos, Drogas, Ecologia e Meio ambiente, Fotografia, Grafite, Pobreza, Porto Alegre
segunda-feira, 30 de julho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
sábado, 12 de maio de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
"Vaticannabis"
Depois de "liberar" o uso da camisinha – "Enfim, Papa libera a camisinha ...", estaria o Papa apoiando a descriminalização ou a legalização da maconha? Acredite se quiser
Marcadores: Drogas, Fotomontagem, Religião
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
sábado, 5 de março de 2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Papai Noel de "caveirao"
Marcadores: Bichos, Charge, Data, Drogas, Morte, Personagem, Rio de Janeiro, Violência
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Nós estamos aqui [...] não para gozar um céu imaginário nem para fantasiar um inferno que devemos evitar
O livro biográfico "As vidas de Chico Xavier", escrito pelo jornalista Miguel Souto Maior, publicado em 1994, é recheado de episódios curiosos, alguns chegam a ser engraçados, como esse:
"Chico Xavier ficou deprimido. A culpa tomou conta dele. Os 'espíritos inferiores' atacavam seus amigos e parentes como forma de atingi-lo. Seus adversários eram punidos com mortes trágicas. Todos sofriam por sua causa. Conclusão: ele era má companhia tanto para aliados como para os rivais.
Estava tão só e inconsolável que decidiu pedir a Emmanuel não um conselho, mas uma orientação da própria Maria de Nazaré. Alguns dias se passaram e o guia voltou com uma frase atribuída à mãe de Jesus:
– Isso também passa.
O rapaz se sentiu anestesiado. Escreveu o recado num papel e o colocou na cabeceira da cama. Todas as noites e manhãs ele lia a frase e se consolava. Emmanuel tratou de fazer uma ressalva: a frase valia tanto para os momentos tristes como para os alegres.
O efeito da anestesia passou logo. O pessimismo voltou. Em outubro de 1958, Chico tomou uma decisão surpreendente: iria experimentar o ácido lisérgico. Perguntou a Emmanuel se ele poderia fazer a experiência com amigos de Belo Horizonte. O guia se ofereceu para promover a 'viagem'. À noite, Chico se sentiu fora do corpo, Emmanuel se aproximou dele, colocou uma bebida branca num copo e explicou: aquele era um alcalóide capaz de produzir o mesmo efeito do LSD.
Chico engoliu a bebida, um tanto amarga, e começou a se sentir mal, como se estivesse entrando num pesadelo. Animais monstruosos se aproximavam e cenas assustadoras desfilavam diante de seus olhos. Ele acordou com mal-estar. O sol parecia uma fogueira e o irritava, as pessoas o cercavam, desfiguradas. À noite, Emmanuel reapareceu com a lição psicodélica: o alcalóide refletia seu estado mental.
Chico quis saber como recuperar a tranquilidade e escapar da ressaca. Receita: oração, silêncio e caridade, para colher vibrações positivas.
Chico seguiu à risca as dicas. Começou a visitar doentes pobres, a caçar bons fluidos e, durante cinco dias, trabalhou para se refazer. No sexto dia ele se sentiu melhor. À noite, Emmanuel voltou e propôs repetir a experiência com o mesmo alcalóide. Mesmo desconfiado, o discípulo concordou. O efeito foi surpreendente: alegria profunda. Teve sonhos maravilhosos, visitou uma cidade de cristal, olhou para o céu como se ele fosse de vidro. Até a Fazenda Modelo ficou deslumbrante. Os livros pareciam encadernados por safiras e ametistas, luzes saíam do corpo dos companheiros, das plantas e dos animais. Chico sentiu vontade de abraçar todo mundo. Ficou assim, em êxtase, quatro dias seguidos, em estado de alegria descontrolada, insuportável. Emmanuel apareceu com as explicações:
– Você está vendo seu próprio mundo íntimo fora de você.
Moral da história:
– Nós estamos aqui para cumprir obrigações, não para gozar um céu imaginário nem para fantasiar um inferno que devemos evitar."
"Chico Xavier ficou deprimido. A culpa tomou conta dele. Os 'espíritos inferiores' atacavam seus amigos e parentes como forma de atingi-lo. Seus adversários eram punidos com mortes trágicas. Todos sofriam por sua causa. Conclusão: ele era má companhia tanto para aliados como para os rivais.
Estava tão só e inconsolável que decidiu pedir a Emmanuel não um conselho, mas uma orientação da própria Maria de Nazaré. Alguns dias se passaram e o guia voltou com uma frase atribuída à mãe de Jesus:
– Isso também passa.
O rapaz se sentiu anestesiado. Escreveu o recado num papel e o colocou na cabeceira da cama. Todas as noites e manhãs ele lia a frase e se consolava. Emmanuel tratou de fazer uma ressalva: a frase valia tanto para os momentos tristes como para os alegres.
O efeito da anestesia passou logo. O pessimismo voltou. Em outubro de 1958, Chico tomou uma decisão surpreendente: iria experimentar o ácido lisérgico. Perguntou a Emmanuel se ele poderia fazer a experiência com amigos de Belo Horizonte. O guia se ofereceu para promover a 'viagem'. À noite, Chico se sentiu fora do corpo, Emmanuel se aproximou dele, colocou uma bebida branca num copo e explicou: aquele era um alcalóide capaz de produzir o mesmo efeito do LSD.
Chico engoliu a bebida, um tanto amarga, e começou a se sentir mal, como se estivesse entrando num pesadelo. Animais monstruosos se aproximavam e cenas assustadoras desfilavam diante de seus olhos. Ele acordou com mal-estar. O sol parecia uma fogueira e o irritava, as pessoas o cercavam, desfiguradas. À noite, Emmanuel reapareceu com a lição psicodélica: o alcalóide refletia seu estado mental.
Chico quis saber como recuperar a tranquilidade e escapar da ressaca. Receita: oração, silêncio e caridade, para colher vibrações positivas.
Chico seguiu à risca as dicas. Começou a visitar doentes pobres, a caçar bons fluidos e, durante cinco dias, trabalhou para se refazer. No sexto dia ele se sentiu melhor. À noite, Emmanuel voltou e propôs repetir a experiência com o mesmo alcalóide. Mesmo desconfiado, o discípulo concordou. O efeito foi surpreendente: alegria profunda. Teve sonhos maravilhosos, visitou uma cidade de cristal, olhou para o céu como se ele fosse de vidro. Até a Fazenda Modelo ficou deslumbrante. Os livros pareciam encadernados por safiras e ametistas, luzes saíam do corpo dos companheiros, das plantas e dos animais. Chico sentiu vontade de abraçar todo mundo. Ficou assim, em êxtase, quatro dias seguidos, em estado de alegria descontrolada, insuportável. Emmanuel apareceu com as explicações:
– Você está vendo seu próprio mundo íntimo fora de você.
Moral da história:
– Nós estamos aqui para cumprir obrigações, não para gozar um céu imaginário nem para fantasiar um inferno que devemos evitar."
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