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quinta-feira, 18 de agosto de 2016
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Embaixador Bezerra da Silva
Ilustração feita para a página do Facebook Embaixador Bezerra da Silva
José Bezerra da Silva (Recife, 23 de fevereiro de 1927 – Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2005) foi um cantor, compositor, violonista, percussionista e intérprete brasileiro dos gêneros musical coco e samba, em especial de partido-alto.
No princípio, dedicava-se a gêneros nordestinos, principalmente o coco até se transformar em um dos principais expoentes do samba nos anos seguintes.
Através do samba, cantou sobre os problemas sociais encontrados dentro das comunidades, se apresentando no limite da marginalidade e da indústria musical.
Estudou violão clássico por oito anos e passou outros oito anos tocando na orquestra da Rede Globo, sendo um dos poucos partideiros que lia partituras.
Gravou seu primeiro compacto em 1969 e o primeiro disco em 1975, de um total de 28 álbuns lançados em toda a carreira que, somados, venderam mais de três milhões de cópias
Ganhou 11 discos de ouro, três de platina e um de platina duplo.
Apesar de ter sido um dos artistas mais populares do Brasil, foi um artista bastante ignorado pelo mainstream.
Leia o artigo Bezerra da Silva, singular e plural, escrito por Cláudia Neiva de Matos.
Leia o artigo Bezerra da Silva, singular e plural, escrito por Cláudia Neiva de Matos.
Marcadores: Corrupção, Ilustração, Música, Persona, Pobreza, Politicagem, Rio de Janeiro
domingo, 13 de julho de 2014
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
sexta-feira, 22 de março de 2013
Um estadista chamado Hugo Chávez
Hugo Chaves 1954-2013
"Aqueles que acreditavam no homem, saibam que o homem está morto. Aqueles que acreditam em seus ideais, saibam que eles continuam mais vivos que nunca." CHEbolas
Marcadores: Ilustração, Mundo, Persona
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
No tempo do "Letraset"
Antes da revolução digital, a Letraset foi uma "ferramenta" corriqueira e a Casa do Desenho era a principal fornecedora dos transferíveis. Por acaso guardei alguns desenhos em uma dessas embalagens.
Marcadores: Baú, Comunicação, Curiosidades, Ilustração
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Lixo no rio
Marcadores: Água, Bichos, Charge, Descaso, Ecologia e Meio ambiente, Educação, Ilustração, Lixo, Poluição
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
A fenomenal ovelha "boca cheia"
Nas viagens que faço pelas cidades do interior gaúcho tenho como hábito ouvir rádio, seja dirigindo o carro ou no local em que fico hospedado. Conhecer diferentes manifestações culturais pode ser para qualquer pessoa uma forma de crescimento, mesmo naquelas localidades das quais o senso comum atribui, como lugares atrasados e que pouco tem para contribuir com a nossa formação. Puro engano, aí está uma oportunidade de conhecer o diferente, o peculiar e o genuíno, pois nos cursos de rádio jornalismo, além de todas as normas e regras tem uma que se sobressai: Seja você mesmo.
O advento das rádios comunitárias trouxe para muitas localidades, principalmente as rurais, uma oportunidade fantástica de manifestação popular. Ao percorrer as estradas poeirentas do interior é comum o rádio sintonizar uma emissora e ali um radialista empolgado. Imagino que esta pessoa ao microfone, mesmo que seja apenas para sua comunidade tem o poder de influenciar, esclarecer, informar, desinformar e até mesmo causar grandes confusões. A pessoa do microfone pode ser alguém da própria comunidade, em trabalho quase voluntário ou um profissional do rádio trabalhando por um ideal ou em troca de apoios culturais.
A comunicação rural, assim como o jornalismo esportivo tem suas especificidades. Quem está por traz dos microfones tem que ser do meio, ou pelo menos estar interado do assunto. Caso contrário pode ocorrer casos pitorescos e até engraçados como este lá do interior de Alegrete. Segundo minha prima Dora, um locutor entusiasmado fazia a narração de um remate de ovinos, onde sucessivos lotes ingressavam no pavilhão de remates, enquanto o narrador falava de suas características com raça, pelagem, idade. A cada lote ele recebia uma folha de papel com letras e números escritos à mão, com caligrafia sofrível.
Pois bem... Em um desses papéis com garrachos, o locutor que era da cidade e não possuía muitos conhecimentos sobre o meio rural narrou com pompa: Senhoras e senhores: O lote de borregas que estamos assistindo agora é da raça Corriedale e pertencem a uma Cabanha do Uruguai. São ovelhas com 246 dentes e ... Hehehehe (risos do locutor). Depois exclamou: - Nossa! Quanto dente tem essa ovelha, tchê!
Quem é do ramo sabe que a dentição em ovinos tem a ver com a idade: 2, 4 e 6 dentes. As borregas com 2 dentes incisivos na mandíbula possuem de 13 a 24 meses, com 4 dentes de 24 a 32 meses, com 6 dentes elas tem de 32 a 40 meses, isto conforme a raça. Os ovinos também possuem dentes de leite que somam 20 no total. Após todas as trocas e na idade adulta somam 32 dentes. Quando completam a dentição são chamados de “boca cheia”.
Quem passou pela disciplina de Radiojornalismo na universidade, ministrada pelo meu colega e amigo professor Jorge Malhão, ou até mesmo por outro curso pode relembrar algumas dicas de redação radiofônica: Nomes estrangeiros, números e percentuais devem ser escrito por extenso; usar frases curtas, que facilitem a leitura interpretativa e o entendimento do ouvinte; escrever exatamente como você costuma conversar, ou seja, com naturalidade; usar verbos no presente, pois indicam ação e atualidade; evitar palavras que possam dar duplo sentido à mensagem; a mensagem deve ser escrita de forma objetiva, clara e simples; manter corretamente as concordâncias verbais, escrevendo dentro das regras de um bom português; entre outras.
Marco Medronha
O advento das rádios comunitárias trouxe para muitas localidades, principalmente as rurais, uma oportunidade fantástica de manifestação popular. Ao percorrer as estradas poeirentas do interior é comum o rádio sintonizar uma emissora e ali um radialista empolgado. Imagino que esta pessoa ao microfone, mesmo que seja apenas para sua comunidade tem o poder de influenciar, esclarecer, informar, desinformar e até mesmo causar grandes confusões. A pessoa do microfone pode ser alguém da própria comunidade, em trabalho quase voluntário ou um profissional do rádio trabalhando por um ideal ou em troca de apoios culturais.
A comunicação rural, assim como o jornalismo esportivo tem suas especificidades. Quem está por traz dos microfones tem que ser do meio, ou pelo menos estar interado do assunto. Caso contrário pode ocorrer casos pitorescos e até engraçados como este lá do interior de Alegrete. Segundo minha prima Dora, um locutor entusiasmado fazia a narração de um remate de ovinos, onde sucessivos lotes ingressavam no pavilhão de remates, enquanto o narrador falava de suas características com raça, pelagem, idade. A cada lote ele recebia uma folha de papel com letras e números escritos à mão, com caligrafia sofrível.
Pois bem... Em um desses papéis com garrachos, o locutor que era da cidade e não possuía muitos conhecimentos sobre o meio rural narrou com pompa: Senhoras e senhores: O lote de borregas que estamos assistindo agora é da raça Corriedale e pertencem a uma Cabanha do Uruguai. São ovelhas com 246 dentes e ... Hehehehe (risos do locutor). Depois exclamou: - Nossa! Quanto dente tem essa ovelha, tchê!
Quem é do ramo sabe que a dentição em ovinos tem a ver com a idade: 2, 4 e 6 dentes. As borregas com 2 dentes incisivos na mandíbula possuem de 13 a 24 meses, com 4 dentes de 24 a 32 meses, com 6 dentes elas tem de 32 a 40 meses, isto conforme a raça. Os ovinos também possuem dentes de leite que somam 20 no total. Após todas as trocas e na idade adulta somam 32 dentes. Quando completam a dentição são chamados de “boca cheia”.
Quem passou pela disciplina de Radiojornalismo na universidade, ministrada pelo meu colega e amigo professor Jorge Malhão, ou até mesmo por outro curso pode relembrar algumas dicas de redação radiofônica: Nomes estrangeiros, números e percentuais devem ser escrito por extenso; usar frases curtas, que facilitem a leitura interpretativa e o entendimento do ouvinte; escrever exatamente como você costuma conversar, ou seja, com naturalidade; usar verbos no presente, pois indicam ação e atualidade; evitar palavras que possam dar duplo sentido à mensagem; a mensagem deve ser escrita de forma objetiva, clara e simples; manter corretamente as concordâncias verbais, escrevendo dentro das regras de um bom português; entre outras.
Marco Medronha
Marcadores: Bichos, Comunicação, Curiosidades, Ilustração, Pérola
quinta-feira, 14 de junho de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Lupi
Lupicínio Rodrigues (1914-1974), compositor e cantor gaúcho, autor de sambas famosos: Felicidade, Nervos de Aço, Cadeira Vazia, Se Acaso Você Chegasse, Nunca, Loucura, Vingança, etc, além do hino do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Como se fosse um personagem de Chico City
Nanquim feito num curso de desenho, no final dos anos 80, como tarefa de tema livre. A ideia foi colocar o professor como se fosse mais um personagem de Chico Anysio.
Marcadores: Baú, Humor, Ilustração, Persona
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
25 de janeiro: aniversário de São Paulo, a Terra da Garoa
Desenho feito para participar da exposição virtual em homenagem à "Sampa", organizada pela UOL. Clique aqui para acessá-la
Marcadores: Chuva, Data, Ilustração, Sampa
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
"Malandro" por Bezerra da Silva
"Malandro é a pessoa inteligente. A palavra 'malandro' quer dizer inteligência. Quando o camarada é rico, poderoso, ninguém vai dizer que ele é muito malandro. Vai dizer: Olha, o cidadão aí é o suprassumo da inteligência, é um grande homem, assim como tem os grandes vultos. E, quando é pobre, não pode ser inteligente, então, vira 'malandro', mas no sentido em que quer dizer que ele vive à margem da lei, que não sei mais o quê, entendeu?
Isso tudo são coisas de elite. Para deturpar, entendeu? Porque isso aqui mesmo (apontando para a Favela) não tem malandro, ninguém aqui tem poder, ninguém tem imunidade. Agora, aqui não, se o sujeito roubar uma galinha, entra em cana! Malandro é malandro e mané é mané..." Fala de Bezerra da Silva, transcrita do DVD Tributo a Bezerra da Silva, show realizado em 2008, no Rio de Janeiro.
José Bezerra da Silva (Recife, 23 de fevereiro de 1927 – Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2005) foi cantor, compositor, violonista, percussionista e intérprete dos gêneros musical coco e partido alto, subgêneros do samba. Considerado embaixador dos morros e favelas, cantou sobre os problemas sociais encontrados dentro das comunidades, apresentando-se no limite da marginalidade e da indústria musical, também foi considerado um dos principais expoentes do samba do estilo partido alto. (...) Fonte: Wikipédia
Marcadores: Bichos, Corrupção, Cultura, Curiosidades, Dinheiro, Ilustração, Música, Persona, Pobreza
terça-feira, 29 de março de 2011
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