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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O cadáver de um elefante de 70 anos e os zimbabuanos

"We apologise for these images but they speak more eloquently than any politician of the plight of Zimbabwe's starving people." Mail Online
Em março de 2010, em apenas uma hora e 47 minutos, vizinhos do Parque Nacional de Gonarezhou, no Zimbábue, reduziram o cadáver de um elefante em esqueleto. Fotos de David Chancellor 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

"O único que tá botando a boca no trombone é o Romário!" Anônimo

 "NA FALA DO POVO @ Consciências à flor da pele. Apenas um exemplo entre milhões. Compartilho por me identificar com o que ele diz." Juarez Fonseca (Copiado do Facebook) 
URL do vídeo: youtu.be/OBkqZNTqI9o 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

O côncavo e o convexo

Charge do sueco EWK, dos anos 70, mas atualíssima. Ewert Karlsson (1918-2004)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

terça-feira, 19 de julho de 2011

Se esta rua fosse minha

Se esta rua, se esta rua fosse minha/ Eu mandava, eu mandava ladrilhar... Ladrilhar?! Pff! Acabou a cantiga! De repente, ladrilhar fez lembrar ladroar.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

sexta-feira, 29 de maio de 2009

terça-feira, 19 de maio de 2009

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Questão da Fome II

El Hechizo del Tiempo



El nuevo tiempo no se condice con las vivencias que ha llevado al ser humano a vivir preso de su inconsciencia, de su carrera por sortear el consumismo, las maquinaciones del sistema vigente, adormecerlo en su integridad como un ser incapaz de sincronizarse con las fuerzas naturales del sistema planetario.

El hechizo hasta ahora a dado los resultados esperados, la insatisfacción ha crecido y el desorden en las responsabilidades a llevado al desconocimiento de la Paz, mejor dicho, a "fabricado" hombres enfermos, mentes que deambulan por una frecuencia que no perciben, donde todo tiene un precio por existir.

Si logramos comprender que el principio del hombre debe ir de la mano con las fuerzas naturales, se logrará también la marcha espiritual que tanta falta hace.

Días vertiginosos llevamos, las máquinas no respetan los ciclos energéticos de la Tierra, donde el tiempo vivido no supone la belleza y menos genera soluciones creativas para un buen vivir-existir.

Hoy rige la imposición del tiempo, tiene como orden, generar dinero por sobre "la" vivencia del ser humano, tiempo que genera enfermedades, sufrimiento, pobreza, envidias, soberbias, competencias, etc.

Es necesario hacer conciencia, necesitamos sentir-vivir, todo esta puesto en el universo para que el ser humano viva como criatura inmersa en la Tierra y donde él mismo es un generador de espacios abundantes con objetivos comunes, respeto por las vidas que natura regala, donde el libre albedrío es la clave para la ensoñación y la evolución del mismo.

No es utopía esta liberación de mentes, hace falta voluntad, dominar nuestro ego.


Jacqueline Lagos — Escritora chilena

sexta-feira, 11 de julho de 2008

De cabeça pra baixo



Atualmente, a "ordem" é proteger as propriedades com grades, muros altos, cercas elétricas e até arame farpado. Não é o caso do Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, pelo menos na fachada, por enquanto. Mas existem casos em que o imóvel é cercado apenas para impedir que pessoas em "situação de rua", como diz o jornal Boca de Rua, utilizem o lugar. Pois bem. Tirei essas fotos por causa da questão colocada no outdoor. Duas semanas depois voltei lá. A resposta foi a palavra "AQUI" rotacionada no ângulo de 180 graus, no popular "de cabeça pra baixo". Tudo a ver, né! Afinal, este país é um "caos sério"...



Na primeira foto, o casal lavando roupa, lembro-me deles vendendo o jornal Boca de Rua na sinaleira do cruzamento das avenidas Ipiranga e Érico Veríssimo, onde está localizado o Atelier. Um dia, vi eles brigando. O rapaz, surtado, lançou os exemplares do jornal no arroio e foi embora. Mancando...

segunda-feira, 14 de abril de 2008

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Personagem de bairro II – Zé Carioca morreu


Renato "Zé Carioca", guardador de carros no bairro Azenha, partiu para uma melhor. Esta foi a última vez que vi ele. Detonado, mal conseguia parar de pé. Além de carros, ele cuidava também de casas e prestava pequenos serviços. Apesar de beber e morar na rua, nunca se ouviu qualquer queixa contra ele.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Cenas do Dilúvio V

Em dias quentes de verão moradores de rua dormem na beira do arroio. Tempo de seca e o Dilúvio vira podridão.

quinta-feira, 27 de março de 2008

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008