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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A Guarita do futuro

"Ilha da Guarita": montagem baseada nas consequências previstas pela teoria do aquecimento global

terça-feira, 9 de março de 2010

Touro mergulhador

Ilustração feita no início dos anos 80 para uma revista de agropecuária, que alertava os pecuaristas sobre a possibilidade de enchentes no Mato Grosso.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Visitantes

Furacão Catarina – Quando o inesperado aconteceu...

 
Essa é a Praia Grande, em Torres-RS, um dia após a passagem do "Catarina". Imagem retirada do DVD "Mudanças do Clima, Mudanças de Vidas – Como o aquecimento global já afeta o Brasil", produzido, em 2006, pela equipe do Greenpeace do Brasil. A seguir, algumas informações sobre o furacão, copiados do DVD: 

Nos últimos dez anos, mais de 40 tornados foram registrados somente no estado de Santa Catarina. Várias cidades do Brasil foram atingidas por tempestades violentas nos últimos anos, mas um evento em particular chamou a atenção do mundo inteiro, em março de 2004, o sul do Brasil foi atingido pela tempestade mais violenta de sua história. Ao se aproximar da costa, essa tempestade se transformou no primeiro furacão registrado no Atlântico Sul, que foi batizado como Catarina. (...) 


"Isso realmente foi um impacto muito grande na comunidade científica internacional, porque a gente tinha a costa sul brasileira ou Atlântico Sul como um paraíso tranquilo em relação a fenômenos de intensidade como o Catarina ou eventos típicos de um furacão." (Francisco Aquino, geógrafo da UFRGS)


O rastro que o Catarina deixou, segundo o Greenpeace, foi de 32.000 casas danificadas, 1.000.000.000 de reais em prejuízos, 13.000 desabrigados, 150 feridos e 11 mortes.

"Começam a surgir evidências agora de que nós já estaríamos realmente entrando numa era em que os extremos climáticos ou se tornariam mais intensos ou poderiam acontecer com mais frequência." (Carlos Nobre, pesquisador do INPE)

Como esperar algo que nunca havia acontecido antes? Com o aquecimento global podemos esperar mais... 

"Será que no futuro o Atlântico Sul vai conviver com furacões? Algumas projeções de modelos climáticos para o futuro indicam que sim." (Carlos Nobre, pesquisador do INPE)

O furacão Catarina foi só o primeiro...

sábado, 12 de dezembro de 2009

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

terça-feira, 10 de junho de 2008

A "ilha" da Guarita

O que restou da Praia da Guarita em alguma data futura. ​– Para entender: "O planeta está ficando mais quente e o nível do mar está subindo. A elevação do nível do mar não se dá apenas devido ao derretimento de gelo e aumento de massa, mas também pela expansão térmica da massa líquida do oceano e conseqüente aumento de volume. Cálculos matemáticos indicam que o efeito da expansão térmica é bem mais importante do que o derretimento das geleiras. O fenômeno do derretimento das geleiras acontece no Polo Norte e no Polo Sul. O mais preocupante com relação ao aumento do nível global dos oceanos é o derretimento das camadas de gelo na Antártica, no Polo Sul, porque as geleiras estão sobre um continente enquanto o gelo do Polo Norte está sobre a água. A Antártica reúne cerca de 90% de todo o gelo da Terra e se todo este gelo fosse derretido o mar subiria 60 metros. É preocupante também o derretimento das geleiras montanhosas. A água que desce das montanhas contribui para aumentar o nível do mar. Nos últimos 30 anos, o derretimento do gelo das montanhas está sendo verificado em vários continentes, nos Andes, nos Alpes e nos EUA. No Hemisfério Sul também se constata o derretimento do gelo. Na ilha Rei George, do arquipélago das Ilhas Shetland, cerca de 7% da área coberta de gelo foi perdida nos últimos 50 anos, com aumento da temperatura em 1,03 graus centígrados. O Brasil coleta informações meteorológicas na Antártica através de imagens de satélites, monitoradas pelo Laboratório de Pesquisas Antárticas e Glaciológicas (Lapag) do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Há dados que apontam um aumento de temperatura, desprendimento de icebergs e recolhimento das geleiras. Pesquisas de outros países como o Canadá e os Estados Unidos, apontam um aumento de 2 a 2,5 graus centígrados na temperatura da península norte da Antártica." Fonte: Com Ciência 

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Pálido ponto azul na mira...



"Desastres causam mais vítimas e perdas econômicas. Mais calor significa também mais energia para tempestades tropicais, furacões e outros eventos climáticos extremos. De acordo com o climatologista Carlos Nobre, do INPE, alguns estudos mostram que a intensidade dos furacões, tufões e ciclones tropicais vem crescendo nos últimos 30 anos. A causa é atribuída ao aumento das temperaturas do Oceano Atlântico Tropical, que está 0,5º C mais quente do que há 40 anos.

Em 2005, aconteceram 360 desastres naturais, um aumento de 18% em relação ao ano anterior. O número de pessoas afetadas também cresceu para 157 milhões, 7 milhões a mais do que em 2004. Entre 1980 e 1984, foram 550 milhões de pessoas afetadas. No período de 2000 a 2004, o número passou para 1,4 bilhão. O levantamento inclui a ocorrência de terremotos, ondas gigantes, enchentes, tempestades e secas.

De acordo com levantamento realizado pelo Worldwatch Institute (WWI), em 25 anos, 12 mil desastres relacionados ao clima causaram 620 mil mortes e uma perda de US$ 1,3 trilhão. Nos últimos dez anos, o prejuízo é estimado em US$ 570 bilhões. Nas duas últimas décadas, os danos financeiros cresceram 300%."

Fonte: Greenpeace Brasil
www.greenpeace.org.br

terça-feira, 21 de agosto de 2007