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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Medo não tem fim...

Los que trabajan tienen miedo de perder el trabajo.
Y los que no trabajan tienen miedo de no encontrar nunca trabajo. 
Quien no tiene miedo al hambre, tiene miedo a la comida. 
Los automovilistas tienen miedo a caminar y los peatones tienen miedo de ser atropellados. 
La democracia tiene miedo de recordar y el lenguaje tiene miedo de decir. 
Los civiles tienen miedo a los militares. Los militares tienen miedo a la falta de armas. 
Las armas tienen miedo a la falta de guerra. 
Es el tiempo del miedo. 
Miedo de la mujer a la violencia del hombre y miedo del hombre a la mujer sin miedo. 
Miedo a los ladrones y miedo a la policía. 
Miedo a la puerta sin cerradura. 
Al tiempo sin relojes. 
Al niño sin televisión. 
Miedo a la noche sin pastillas para dormir y a la mañana sin pastillas para despertar. 
Miedo a la soledad y miedo a la multitud. 
Miedo a lo que fue. 
Miedo a lo que será. 
Miedo de morir. 
Miedo de vivir.

El miedo manda
Eduardo Galeano

segunda-feira, 30 de julho de 2012

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Pss... Silêncio!

Um momento,
um pensamento,
um monumento.

Wilmarx

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Sonho

A nascer para o fracasso
Em qualquer sonho de amor,

Prefiro ficar no Espaço

Com pinta de observador.

Lívio Barreto

terça-feira, 19 de maio de 2009

Esse Mundo


Esse mundo
suspiro imenso

e profundo...

sexta-feira, 20 de março de 2009

Terra em menopausa

Aquecimento Global

e o Universo Feminino

Calorões em pleno inverno.
Estaria a Mãe Terra
entrando na menopausa?

Fernanda Lemos Tatsch


Concurso "Poemas no Ônibus", promoção da Secretaria da Cultura de Porto Alegre.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Caminhos

O homem que foi à lua
Nem sempre sabe o caminho

Para achar na própria rua

A amizade do vizinho.


Floro Bartolomeu

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

O domínio da avareza

Amargas lutas do homem,
Contra a própria natureza,
São aquelas que o consomem
Nos domínios da avareza.


Silveira Carvalho

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Floricídio



Floricídio

Matei as flores do meu jardim;
Era outono eu bem sei.
Da rosa ao jasmim,
Nem uma planta viva deixei.

Comecei pelas rosas,
Que com um ar de superioridade
Lembravam-me gloriosas,
Outras épocas de felicidade.

Matei as begônias.
Acabei com as violetas.
Dei fim ao dente-de-leão.

Por causa disso tive noites de insônia;
Lembrando sempre que não eram certas
As mortes que causei em vão!

Gabriela Farias da Silva
O Mundo de SrtaParker